“Nós imaginamos o menino Jesus como uma criança indefesa em seu berço, dependente do leite e do cuidado maternos; todavia, nessa pequena forma humana encontrava-se o Cristo Infinito, a Luz do universo na qual estamos todos dançando como as sombras de um filme.(…)

Sinais espirituais surgem no corpo e na face daqueles que são almas realizadas; tais sinais são mantidos em segredo, e poucos sabem lê-los. Por meio desses sinais e de sua visão divina, os sábios puderam reconhecer que haviam encontrado o Cristo que procuravam- a criança unida ao Senhor do Universo. Eles se ajoelharam e ofereceram seus presentes simbólicos. Eram os presentes tradicionais ofertados aos recém-nascidos na Índia; mas vindos dos sábios para Jesus possuíam um significado especial: o ouro (tesouro material) oferecido a um doador de sabedoria como símbolo de gratidão pelo grande valor da verdade liberadora concedida pelo mestre espiritual. O incenso simboliza devoção, a fragrância do amor ofertada ao mestre, o canal através do qual fluem as bênçãos e a orientação de Deus. A mirra foi em reconhecimento pela amarga provação e sacrifício que seriam exigidos de Jesus para que pudesse cumprir sua missão divina.

Em um nível transcendental de consciência, do qual outros não puderam participar nem dar testemunho, ocorreu um intercâmbio espiritual de comunhão de almas relacionado ao destino de Jesus, que traria benefício universal para o homem, visto que Jesus seria um dos supremos mensageiros de Deus a revelar a Verdade.”

Paramahansa Yogananda, no livro “A Segunda Vinda de Cristo volume 1”: https://bit.ly/36ADh4U

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